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Flávio Rocha quer ser o guardião da competitividade e dos valores  

quarta, 16 de maio de 2018
Caciopar

Diante de um mar de atitudes contagiado por vícios, ideologias e radicalismos, a fala de Flávio Rocha, na manhã desta quarta-feira, na Sala Paraná, na Acic, soou como uma bela sinfonia aos ouvidos de empresários e de líderes presentes ao encontro com o pré-candidato à Presidência. “Quero ser o guardião da competitividade e dos verdadeiros valores historicamente cultivados no Brasil”, disse o dono da Riachuelo, uma das maiores lojas do País, que é pré-candidato à sucessão de Michel Temer (MDB) pelo PRB.
Flávio disse que se lançou à corrida eleitoral por assistir, incomodado, às indefinições e aos rumos que a política brasileira tomou. “Estamos às vésperas da eleição mais importante da nossa história e ainda não sabemos com clareza como será o cenário eleitoral. Por isso, decidi colocar meu nome à disposição para ser uma via entre dois radicalismos extremos, de direita e de esquerda, que representam um grande risco ao futuro dessa bela nação”, afirmou o pré-candidato.
Para construir um novo Brasil, segundo Flávio Rocha, é preciso sair da zona de conforto e tirar o País de um perigoso marasmo que se move ao sabor das ideologias. “Somos 98% de brasileiros que não concordam com o esfacelamento das instituições, dos valores e com a destruição da família. Precisamos, juntos, recuperar e retomar as rédeas do nosso País”, afirmou o empresário, que começa a gradualmente crescer em pesquisas de opinião por todo o território. “Sou um liberal por convicção e entendo a república democrática como o melhor que já foi criado para a produção, à geração de riquezas e à distribuição da renda”.
Flávio Rocha disse que não é mais possível conviver com um cenário de impostos tão elevados, de gasolina entre as mais caras do mundo e de perseguição aos empresários. “Temos que valorizar e criar condições cada vez melhores a quem produz e empreende. Essas pessoas é que fazem um país se desenvolver. As grandes nações do mundo, as mais prósperas, cultivam a liberdade política e econômica como seus principais pilares. E precisamos fazer isso aqui também”, ressaltou o pré-candidato, que cumpre uma extensa agenda de compromissos em cidades de vários estados.
 
Competitividade
A função basicamente arrecadadora do governo, que praticamente não investe em obras e programas de infraestrutura, fazem com que o Brasil perca muito em competitividade. “Nossa carga tributária é de 37% e estamos concorrendo, apenas citando os emergentes, com países onde os impostos giram na casa dos 15% a 20% do PIB. A diferença é muito grande e isso precisa ser revisto”. 
Para conter tantos absurdos e distorções produzidas nas últimas décadas no País, é necessário fazer as reformas, dar eficiência ao governo e combater toda forma de radicalismo, unindo novamente os brasileiros. “Com isso, nosso PIB vai crescer, vamos gerar milhões de empregos e colocar dinheiro no bolso do trabalhador”, afirma Flávio Rocha, para acrescentar: “Precisamos de gestão profissional e sem ideologias. Todas as áreas devem ser tratadas com respeito e oportunidades”.
Os valores e as virtudes devem urgentemente ser recuperados. O eleitor, conforme o pré-candidato, precisa ter a sua autoestima recuperada. “Ele cansou de tantos escândalos, desmandos, criminalidade em alta e inércia governamental”. Flávio Rocha recebeu livros da Caciopar e da Acic, entregues pelos respectivos presidente, Alci Rotta Júnior, e vice-presidente Sandro Bacarin. O pré-candidato do PRB à Presidência também respondeu a questionamentos dos presentes e deu coletiva à imprensa.
 

 

Fonte: Caciopar